Controle de pragas no local de trabalho é responsabilidade do empregador

As animações infantis são divertidas por retratarem um mundo irreal. Lá os bichos falam, os objetos dançam e os ratos cozinham! Como, por exemplo, no filme Ratatouille, no qual o rato Remy se transforma em um grande chef da culinária francesa. Mas, na vida real, é melhor não deixar nenhum rato entrar na cozinha!

As pragas urbanas são responsáveis por levar sujeira para as cozinhas industriais, além de causar doenças como disenteria, difteria, tuberculose e leptospirose. Por isso, quando entram nesses estabelecimentos, o risco de contaminação dos alimentos é quase inevitável.

Como consequência, a empresa que não toma atitudes para impedir a entrada dessas pragas pode colocar a saúde dos consumidores e dos trabalhadores em risco, assim como ser rotulada de local com higienização deficiente e até ser interditada pela Vigilância Sanitária.

Por isso, o controle de pragas como formigas, baratas, ratos e moscas depende de ações diárias que previnem a entrada desses animais e insetos na cozinha e ao redor do estabelecimento. Isso significa que tentar eliminá-los com vassoura ou armadilhas, por exemplo, não irá resolver o problema.

A limpeza e armazenamento correto é a melhor prevenção para combater as pragas. Porém quando ela é ineficiente, o controle desses organismos, por parte das empresas especializadas, torna-se necessário. As empresas não podem utilizar “técnicas caseiras” para tentar eliminar as pragas.

Na visão do presidente do Sintracia, Cirso da Silva, o patrão é o responsável por providenciar o combate a animais e insetos que estejam infestando o local de trabalho. “O patrão é obrigado a proporcionar condições mínimas de higiene para que a categoria faça seu trabalho. A existência de pragas ameaça a saúde da equipe, sem falar na qualidade dos alimentos produzidos. É um problema grave”, opina.

Fonte: Sintracia

Desenvolvido por ABRIDOR DE LATAS COMUNICAÇÃO SINDICAL